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quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

Objetivo dos ensinamentos sobre karma

Posted: 15 Dec 2009 08:39 AM PST

Em cada ponto de nossas vidas, estamos em um cruzamento. Somos o fruto de nosso passado e os arquitetos de nosso futuro. Quando perguntamos "por que isso aconteceu comigo?", isso se deve à nossa visão limitada. Se atiramos uma pedra para o alto e esquecemos, quando ela cair em nossa cabeça, não deveríamos reclamar, embora seja o que geralmente fazemos.

Temos essa ideia: o que nos acontece de algum modo é independente de nossas ações. Quando perguntamos "por que isso aconteceu?" a questão mais importante é "o que faremos a respeito?".

Se você quer conhecer seu passado, olhe para suas circunstâncias atuais. Se quer conhecer seu futuro, olhe para o que está em sua mente. Se sabemos que nosso destino está em nossas mãos, então a qualidade de nossas ações se torna um ponto central.

A questão toda sobre o karma é reconhecer como nossas ações determinam nosso futuro, para que possamos começar a agir apropriadamente. Não é apenas um ponto cosmológico ou filosófico. É totalmente prático. O ponto central é não se envolver em problemas de novo.
Matthieu Ricard (França, 1946 ~)
"At the Crossroads", Tricycle, inverno 2006
(Tricycle's Daily Dharma, 15/12/2009)

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

ATO MÉDICO

Encaminhem este artigo para o maior número de pessoas. O projeto do
Ato Médico vai ser votado no senado.

***

ATO MÉDICO E DEMANDAS SOCIAIS

Carlos Lyrio

Médico, Homeopata, Mestre em Saúde da Família

Diretor-Presidente do Instituto Roberto Costa/CEPEHP

Presidente do Sindicato dos Terapeutas do Estado do Rio de Janeiro - SINT-RJ

Está tramitando no Congresso, já tendo sido aprovada pela Câmara,
restando ainda o Senado, a Lei do "Ato Médico". Trata-se de uma
proposta do CFM (Conselho Federal de Medicina) para regulamentar a
profissão do médico e que muita polêmica vem causando em diversos
setores da sociedade. A questão é complexa uma vez que estabelece
limites rígidos e hierárquicos com as demais profissões de saúde. A
proposta foi muito bem definida pela Dra. Madel Luz, Professora
Titular da UERJ e Pesquisadora nível 1 do CNPQ, em seu artigo
intitulado ATO MÉDICO: CONCEITO ÉTICO OU CATEGORIA IDEOLÓGICA?.
Segundo a autora, o Ato Médico "visa a concentrar direitos
corporativos em uma única profissão do campo da saúde. É tudo, menos
Ética".

A Complexidade atingida pelo conhecimento acadêmico no campo da saúde,
aliada à exigência da abordagem integral do indivíduo, fizeram as
profissões de saúde serem tratadas pelos sistemas mundiais de saúde de
uma forma horizontal em termos de importância, e não mais
verticalmente com o médico ocupando o ápice da escala de valores.

Essa transformação fez a sociedade valorizar as demais profissões de
saúde, colocando-as no lugar que sempre deveriam ter ocupado, pois até
então eram tidas como profissões menores, ou menos importantes.

Aliadas a essas questões, estão ainda as práticas tradicionais ou
populares em saúde, que sempre foram negligenciadas pela academia, e
que contam hoje com um exército de trabalhadores,  principalmente nas
regiões mais longínquas desse nosso país continental, que levam às
populações mais pobres o conforto de práticas populares e seculares de
saúde, aliviando seus sofrimentos, uma vez que  , na maioria das vezes
, os profissionais de saúde detentores do conhecimento tecnológico não
se dispõem a trocar os confortos urbanos em prol de um  academicismo
rural.

O Estado brasileiro, entretanto, não ficou alheio a essas questões. A
Assembléia Nacional Constituinte, eleita pelo voto popular e
democrático, aprovou em 1988 a Lei Orgânica do SUS ,que é sem dúvida
nenhuma, a legislação mais avançada, inclusiva abrangente e
democrática, em termos de saúde. O SUS foi o grande responsável pelo
nivelamento equiparado entre todas as profissões de saúde,
principalmente após a criação do Programa Saúde da Família-PSF, que no
presente momento é o eixo principal do SUS e que tem sua base formada
por uma equipe de saúde multiprofissional, transdisciplinar e
horizontal.

No que diz respeito às práticas populares de saúde o Estado brasileiro
também é atuante atendendo às demandas sociais através do Ministério
do Trabalho e Emprego que no brilhante trabalho do CBO - Código
Brasileiro de Ocupações – reconhece a existência de inúmeras ocupações
no mercado de trabalho da saúde que, apesar de não serem profissões
regulamentadas,  são importantes estando presentes em toda malha
social.

O Congresso Nacional tem uma tarefa um tanto quanto difícil em mãos,
uma vez que não deve retroceder nos avanços sociais conquistados pelo
SUS e que estão diretamente vinculados à quebra da pseudo hierarquia
,até então existente, entre as profissões e ocupações em saúde.

O debate é muito sério e urgente. As conseqüências definirão os rumos
da saúde do país podendo o SUS entrar em colapso. A TV JUSTIÇA teve a
louvável iniciativa de levar ao ar no dia 05 de dezembro um debate
sobre a questão, mas lamentavelmente o representante do Conselho
Regional de Medicina de Minas Gerais classificou a iniciativa do
debate sobre o Ato Médico de  "fantasiosa". Fantasia é o que não
pertence à realidade. Resta agora saber o que não pertence à
realidade: o debate da sociedade ou o Ato Médico?

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Rodrigo Correa - Terapeuta Holístico

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msn: dakini134@hotmail.com
gmail: rcsterapias@gmail.com
http://joiadaestabilidade.blogspot.com

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

Confira a indicação de Centro para você.

Olá Jóia da Estabilidade,

CENTRO DE TERAPIAS INTEGRATIVAS DE PETROPOLIS estava navegando no
Personare e achou que você poderia gostar de ver o conteúdo do link
abaixo:

http://www.personare.com.br/indicacao/477050

Veja o que ele escreveu:

Atenciosamente,

Equipe Personare

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Matrix e Fisica Quantica - Universo Holográfico - leitura sinequanon


ótimo texto, quase tudo que o Buda disse, poucas vezes há discordancia
Matrix - Amit Goswani
O Universo Holográfico
 
 
"O conceito matemático de Matriz [Matrix, em inglês] consiste em uma ordenação adequada de símbolos
[normalmente números] no espaço. Em duas dimensões, essas ordenações são chamadas de 'linhas' [na horizontal] e 'colunas' [na vertical]".
Somos emanações divinas presentes eternamente no infinito AGORA.
Tudo que observamos são nossas criações mentais.
Tempo e espaço são conceitos ilusórios que criamos, formando uma prisão, que podemos chamar de 'Matriz'.
A única verdade é o Amor Infinito - todo o resto é ilusão.
Vamos aos detalhamentos:
 
1. Hologramas são projeções de energia ou 'luz' que parece, ao observador, ser uma forma de 3 dimensões, mas na realidade são uma série de códigos e padrões de onda que apenas geram a ilusão de 3D quando um laser emite sua luz sobre esses hologramas.
Toda a realidade dos 5 sentidos é uma ilusão holográfica que apenas existe de uma forma 'sólida' porque o cérebro/mente humana faz com que se aparente desta forma. O mundo 3D de paisagens, mares, edifícios e corpos humanos, apenas existe nessa forma quando nós olhamos para ele! Se não ele é uma massa de campos vibratórios e códigos.
No filme Matrix, a Matriz é representada, vista de fora, por uma série de números verdes e códigos, enquanto que do interior ela é vivenciada como o tipo de mundo em que nós pensamos que vivemos - montanhas, ruas, pessoas etc. Esta é uma boa analogia.
 
2. Nós não enxergamos com os nossos olhos, nós enxergamos com o nosso cérebro!
No caminho dos olhos até o córtex visual, região cerebral responsável pela 'fabricação' da visão (gnosia visual), os lobos temporais editam e reconstroem até 50% ou mais da informação original que entra através da retina e nós apenas 'vemos' o que o cérebro, com todas as suas realidades condicionadas, decide o que ele está vendo.
Em 'O Universo Holográfico', Michael Talbot conta-nos que nos anos '70 seu pai contratou um hipnotizador profissional para entreter um grupo de amigos. Um dos escolhidos para ser hipnotizado foi um homem chamado Tom e era a primeira vez que ele encontrava-se com um hipnotizador.
O que os hipnotizadores de palco fazem é programar as pessoas para acreditarem que elas estão vendo algo ou fazendo algo que, na verdade, não passa de pura invenção. O hipnotizador fez Tom acreditar que existia uma girafa na sala e mais tarde fez com que comesse uma batata crua acreditando que era uma maçã. Essas são confirmações de que o cérebro vê e experimenta o que ele é programado para acreditar o que ver e experimentar.
Mas a parte mais interessante da história veio quando Tom foi trazido de volta para o estado de consciência desperta. Logo antes do hipnotizador terminar o estado de transe formal, ele disse a Tom que quando ele acordasse ele não seria capaz de ver sua filha, Laura. O hipnotizador pediu a Laura para ficar em pé de frente e junto do pai de tal forma que quando ele abrisse os olhos ele estaria olhando no estômago dela.
Quando perguntaram a Tom se ele conseguia ver sua filha, ele respondeu que não. Laura se mexeu bastante, mas não deu nenhum resultado. O hipnotizador se colocou atrás de Laura e segurou algo contra as costas de Laura. Para ver esse objeto, Tom teria que ver através de sua filha. O hipnotizador pediu a Tom para dizer o que ele estava segurando em sua mão e, inclinando-se para frente para junto do estômago da filha, ele disse: "um relógio".
Foi-lhe pedido então para ler a inscrição no relógio e ele leu.
O hipnotizador confirmou que realmente estava segurando um relógio com a inscrição descrita por Tom.
A mente de Tom foi programada para acreditar que ele não poderia ver sua filha e portanto ele não a viu.
Além disso, ele pôde ver o que estava atrás dela.
Como isso é possível? Nós construímos nossa realidade 'aqui dentro' e não 'lá fora'.
 
3. Uma afirmação perfeitamente correta é: 'conhecereis a verdade e a verdade vos libertará'.
Na prática, uma grande parte do que conhecemos é Mentira.
Existem entidades (como os manipuladores reptilianos, draconianos, "greys" e seus fantoches, além da própria Matriz que nós mesmos criamos) que nos repassam informações erradas (mentiras!) visando nos escravizar (retirar nossa liberdade) e nos retirar Poder. Uma das mentiras mais enraizadas em nós é o nosso conceito (ilusório) de separação espacial e de tempo.
Comecemos pelo nosso conceito de tempo:
- com o conceito de tempo estabelecido na superfície de nosso planeta Terra, todos nós podemos praticar um ato posterior ANTES de um ato anterior, basta cruzar de oeste para leste o 'meridiano do tempo', que cruza o Oceano Pacífico exatamente na localização oposta ao meridiano de Greenwich.
Desta forma cria-se uma diferença de tempo entre os atos de quase 12 horas! Que absurdo! Nosso conceito de Tempo é uma tremenda ilusão.
Passado, presente e futuro: ilusão!
Então, como funcionam todas as coisas, sem o conceito de Tempo?
Na realidade só existe o infinito e eterno Presente, o AGORA, com todos nossos conceitos de eventos passados e futuros ocorrendo no eterno Agora, em realidades paralelas simultâneas, criadas por nossas mentes.
É exatamente por causa disso que videntes conseguem 'ver' e 'sentir' acontecimentos 'passados' e 'futuros': eles estão presentes no Agora!
Reencarnação, portanto, não é um processo de vir e sair deste mundo com o passar do tempo: é mover-se para dentro e para fora de diferentes realidades, todas acontecendo simultaneamente.
Ainda não está convencido sobre a ilusão do tempo?
Então considere um dos grandes mistérios que é a predição do 'futuro', que muitos estudos já provaram ser possível. Um exemplo nesse sentido é o 'teste da cadeira' proposto pelo vidente holandês Gerard Croiset : investigadores iriam identificar eventos em salas espalhadas pelo mundo que não tivessem assentos numerados pré-alocados. As pessoas sentariam onde quisessem quando elas chegassem ao local do evento. O investigador daria a Croiset um assento particular para ser focalizado semanas antes do evento e ele teria que descrever a pessoa que iria sentar lá durante o evento futuro.
Durante 25 anos Croiset descreveu os ocupantes dos assentos com enorme precisão.
Dra. Jule Eisenbud, professora clínica na Universidade do Colorado, conduziu um desses testes em 1969. Mais de duas semanas antes de um evento em Denver, Colorado, Eisenbud contactou Croiset na Holanda e deu a ele um assento para 'ler'.
Croiset disse que o homem que iria sentar naquela cadeira tinha cerca de 1.75m de altura e trabalhava na indústria e com ciência. Em seu trabalho, disse Croiset, ele usava um avental de laboratório que estava manchado com um produto químico esverdeado. Ele disse que o homem tinha os cabelos pretos, penteados para trás, uma cicatriz no seu dedão e um dente de ouro na sua mandíbula inferior. 17 dias depois, este mesmo homem sentou no assento e Croiset estava correto em todos os detalhes, inclusive sobre sua altura.
Como isso é possível? O homem 'depois' na cadeira e o homem 'antes', antes mesmo que ele inclusive soubesse que ele iria àquele evento, não eram eventos que estavam acontecendo separados por várias semanas: eram eventos concomitantes na eternidade.
Eles estavam acontecendo simultaneamente. Eram duas realidades mentais distintas, mas acontecendo no Infinito AGORA!!
 
4. Uma ilusão só pode controlar você quando você pensa que ela é real.
Quando nós observamos nossas experiências diárias nós estamos olhando em um espelho de nós mesmos. Portanto, para mudar seu mundo mude a você próprio.
Não culpe os outros, pois isso é aceitar que os outros têm poder sobre sua vida e sobre a realidade que você cria.
Não existe nada que não possa ser explicado, uma vez que entendamos que o Amor Infinito (Unicidade) é a única verdade e todo o resto é ilusão e que nós estamos criando a ilusão ou tendo a ilusão programada em nós por acreditar que ela seja real.
Lyall Watson, biólogo e autor de "Supernature", diz ter presenciado uma mulher Indonésia chamada Tia, uma xamã, conversando com uma menininha em um pequeno bosque de árvores. Ele olhava a cena de uma curta distância e ela não sabia que ele estava lá observando. Ela pareceu explicar algo à garota e um certo ritual de dança e de gestos começou. Para o espanto de Watson, o pequeno bosque de árvores desapareceu e, após alguns segundos, voltou novamente. "Num momento Tia dançava no bosque sombreado; no seguinte ela ficava em pé sob um sol escaldante", ele disse. "Ela conseguiu 'ligar' e 'desligar' o bosque várias vezes",
com Watson olhando sem acreditar.
Isto é impossível? Não, não é.
O bosque é uma ilusão holográfica e aqueles que compreendem como o processo funciona podem se desconectar dessa realidade, o sonho de consenso que concorda que o bosque existe.
Com Lyall Watson observando esta cena intensamente, foi fácil para ele tornar-se parte do campo de realidade de Tia e também ver o bosque aparecer e desaparecer.
Outras pessoas poderiam ter observado isso de uma ilusão de realidade de consenso e o bosque não teria desaparecido para elas. Isto explica porque algumas pessoas podem caminhar através de paredes - elas acreditam que podem e essa torna sua experiência. Elas desconectam suas mentes e corpos das leis da realidade de consenso que insiste que isso é impossível. Quando digo 'acreditar', isto é um nível de crença muito além de qualquer pessoa que apenas diz 'eu acredito'.
Não é crença, é um conhecimento, um ser.
Existe um velho ditado que diz que nós podemos 'mover montanhas'.
Isto não tem um significado literal? Por que não? Se um bosque pode desaparecer, porque não uma montanha? A montanha é uma ilusão holográfica e nossa mente controla a ilusão. Por que nós não movemos montanhas? Nós podemos, mas nós não fazemos, porque nós não sabemos que nós podemos.
A realidade de consenso, programada, diz que a própria idéia é ridícula e se acatamos essa realidade, assim é. Porém se criarmos uma outra realidade que diz o oposto, moveremos montanhas!
 
5. As 'leis' do mundo dos 5 sentidos podem apenas ser aquilo que nós pensamos que elas são, e enquanto aceitarmos elas como real nós estaremos sujeitos às suas limitações.
Da mesma forma, se nós pudermos livrar nossas mentes dessas realidades, nós não estaremos mais sujeitos às suas 'leis' e limitações. Isto é o que chamamos 'milagres'.
Quase todos já leram sobre feitos inexplicáveis como caminhar no fogo sem se queimar, ter espadas atravessadas através do corpo sem se machucar ou deixar cicatriz, levitação e muitas outras coisas.
Nenhum desses fenômenos é possível para a ciência materialista convencional, mas isso é simplesmente porque a ciência convencional é o conhecimento equivalente a um filme do Mickey Mouse.
David Icke conheceu uma mulher que separou um quarto de sua casa para ser usado por meditadores sérios, meditadores que queriam meditar por longos períodos sem serem perturbados. Um cara entrou e não apareceu por muitos dias e ela ficou curiosa para saber se ele estava bem. Ela pegou um copo de chá para ele e abriu a porta devagarinho. No momento seguinte o copo se espatifou no chão porque quando ela olhou para ele, a metade de baixo de seu corpo estava invisível. Impossível? É possível sim e perfeitamente explicável.
Em 1905, o paranormal Indridi Indridason fazia parte de um projeto de cientistas eminentes da Islândia no terreno do 'paranormal'. Quando ele entrava em transe profundo os cientistas viam diferentes partes de seu corpo desaparecer e reaparecer.
Tudo é possível, literalmente tudo, porque nós somos infinitas possibilidades. David Icke também conta que uma mulher do Texas lhe contou que um dia, pela manhã, ela acordou próximo do marido e encontro-o flutuando a cerca de 1,80m acima da cama, ainda dormindo...
O Dr. William Tufts Brigham, o curador do Bishop Museum de Honolulu, era um investigador perspicaz do 'paranormal' e seus estudos envolveram os 'milagres' feitos por xamãs havaianos, ou kahunas.
Ele testemunhou uma delas curar um homem que tinha quebrado a perna tão forte que pedaços do osso estavam atravessando a pele. A mulher kahuna 'orou' (pensamento concentrado) e meditou ao lado do homem e esticou sua perna, empurrando os ossos quebrados. Após alguns minutos ela disse que a cura estava completa e o homem se levantou e saiu andando sem nenhum sinal de seu severo machucado de minutos atrás. Isto é possível porque, na realidade, não existe osso - isso também é uma ilusão...
 
6. Um pouquinho sobre o 'carma': a crença na realidade sólida materialista é fundamental na ciência oficial, assim como a necessidade de que tudo seja provado através de experimentos que possam ser repetidos. Cientistas que sugerem explicações alternativas são jogados no ostracismo ou sabotados, para se defender a 'sabedoria' existente.
Fundamental para perdermos de vista nossa unidade infinita é a política oficial da ciência não-alternativa que apresenta o mundo como partes desconectadas e isto está refletido na própria estrutura da ciência, com suas especialidades compartimentalizadas, que raramente conversam entre si.
Mas, quando as crenças dos cientistas estão afetando os resultados dos experimentos, como a física quântica está cansada de mostrar, de que valia é este dogma?
Uma partícula subatômica chamada 'anomalon' foi verificada ter propriedades diferentes em diferentes laboratórios, o que é equivalente a ter um carro que muda de cor e outras características dependendo de quem o está dirigindo.
As 'leis' da Ciência apenas se aplicam porque os cientistas acreditam que sim e, graças ao estado divinizado da Ciência: o que ela decide que é 'real' torna-se a realidade de consenso.
Mas tudo é uma ilusão.
Tome, por exemplo, a lei básica da Ciência conhecida como 'Lei de Causa e Efeito', o fundamento da chamada 'Lei do Carma'. Para cada ação tem que existir uma reação. Isto é verdade - mas apenas se você acredita que é.
Se você acredita que não é verdade então ela não é!
As pessoas possuem carma apenas porque elas acreditam que elas o possuem em suas mentes individuais e coletiva.
William Tiller, físico da Stanford University, escreve: 'quando chegamos nas fronteiras de nossa compreensão, podemos de fato deslocar as leis de tal forma que nós estamos criando a física enquanto caminhamos'. Não existem 'leis', apenas possibilidades infinitas.
O que é realidade? O que você pensa que é? Então isso é o que é.
Místicos têm comunicado idas a 'Salas de Saber' em seus mundos não-físicos e relatado que a Terra é uma 'universidade' espiritual onde as pessoas vêm para aprender algumas duras lições e trabalhar seus carmas. Isto é uma total ilusão! 'Você acha que o Infinito tem que ir para escola aprender algo quando ele sabe tudo que existe para saber?'.
Sobre o carma, a idéia que você experimenta aquilo que você fez os outros experimentar, pode-se perguntar: 'Por que teria o Infinito de experimentar aquilo que ele mesmo fez experimentar?.
A idéia do carma é uma manipulação da Matriz para embasar a crença na passagem do 'tempo' - é o meu carma de uma vida passada ou eu estou gerando carma para meu futuro - e para manter as pessoas em um estado de culpa e de auto-condenação.
'Amor Infinito não julga a si ou pune a si mesmo - estas são ilusões da desconexão'.
Estas áreas do conhecimento são muito mais subversivas para o sistema do que simplesmente expor a rede de sociedades secretas ou a agenda global porque elas oferecem meios que nós podemos pensar de excluir a agenda e seus valores fascistas de nossa existência e pensar e trazer uma nova realidade em existência.
Esta é a transição da prisão para o paraíso.
Como toda realidade, a transição tem que acontecer primeiro na mente - ou, mais certadamente, no coração - e apenas então pode ser experienciada no mundo 'físico' como holograma manifesto.
Rejeitar a realidade de consenso e criar a nossa própria é a transformação.
É como o conto de Andersen 'A Roupa Nova Do Rei'. A realidade de consenso era que ele estava vestindo roupas novas lindas, porque a multidão não queria admitir que ele estava nu. Foi preciso que uma criança gritasse 'o rei está nu' para quebrar o encanto e propagar o óbvio.
 
7. Acredito que todos já tenham ouvido falar do Conde Drácula, não?
É uma ficção, porém baseada em fatos reais, que estão ocorrendo agora na nossa aristrocracia/realeza (Drácula > Draco > Draconianos = linha reptiliana "real").
Primeiramente, uma introdução: há uma técnica de controle mental chamada de Distúrbio de Múltiplas Personalidades (MPD, em inglês).
Isto ocorre quando a mente é fraturada, através de trauma e programação, em uma série de aparentes 'personalidades' ou 'personagens', cada um com diferentes atitudes, crenças e, até, diferentes 'idades' ou 'sexos'.
David Icke testemunhou um caso (na sala de um terapeuta) de uma mulher de 30 anos que manifestou sete distintas 'personalidades' em meia hora de sessão, incluindo uma de bebê. Cada personalidade tinha seu próprio nome, antecedentes e características, e cada uma foi trazida à tona, em seqüência, pelo terapeuta pelo uso de palavras corretas de acionamento e por códigos. Quando uma personalidade era comutada para outra,
a face da mulher mudava, inclusive a cor dos olhos e características da pele (cicatrizes podem desaparecer quando uma personagem substitui outra como a mente consciente).
A pessoa pode estar doente, em um modo, e perfeitamente saudável no outro. Mulheres com MPD podem ter diferentes ritmos menstruais com cada personalidade, e parecerem mais velhas ou mais jovens.
Agora, como é o outro termo para essa transformação instantânea das feições da face e do corpo?
Mudança de forma ('shape-shifting', em inglês).
Esta é uma das características do Drácula: mudança de forma, assim como os humanos reptilianos.
Drácula é um vampiro, assim como os humanos draco-reptilianos, que bebem sangue humano comum, alimentando-se da energia humana. A linha dos manipuladores está seriamente envolvida em sacrifícios humanos e em rituais de beber sangue em toda a nossa história. Os registros sumérios revelam que os Anunnakis, deuses da Antiga Suméria que igualmente apreciavam o derramamento de sangue humano, eram uma raça reptiliana.
 
8. Quando os místicos meditam, antes de executarem um 'milagre', eles estão se desconectando da realidade de consenso, a mente coletiva, que diz que o 'milagre' é impossível.
O que não vemos, nós inventamos: nossos olhos possuem um ponto cego, onde o nervo óptico se conecta ao olho, no meio da retina. Qualquer que seja o objeto que olharmos, nós não podemos ver nada que incide naquela parte do olho, mas o cérebro constrói a cena completa usando a informação disponível e, portanto, preenche o 'buraco' usando para tal as imagens vindas do outro olho ou recolhidas na memória.
Realidade é apenas aquilo que nós fomos programados a acreditar que é.
Vemos apenas o que estamos condicionados a ver e editamos (eliminamos) tudo o que contradiz esse condicionamento.
Implantar crenças é tudo o que os manipuladores desejam, pois é através da crença que nós manifestamos nossa realidade. Geralmente, a crença cria a Polarização;
polarização = divisão e conflito, divisão e conflito = dividir e dominar.
'Afinal, existe a alma?
E existe a física da alma?
Cada um decide.
Só por diversão, na metáfora das vidas do gato, quanto mais vidas o gato vive, mais perto de sua eventual morte; com a expansão da física ela se aproximará da imortalidade'. (Amit Goswami)
 

Ivy Francis
Kechara Guest House
Búzios


CONEXÃO KÁRMICA COM MESTRES DIFERENTES PARA ELIMINAR A IGNORANCIA E AJUDAR AOS SERES




Responsabilidade da prática e a conexão kármica com diferentes mestres

Posted: 06 Nov 2009 12:05 AM PST

[…] Quanto mais forte é seu cultivo da compaixão, mais você fica comprometido com a responsabilidade. Devido à ignorância, seres sencientes não conhecem os métodos certos para chegar a seus objetivos. É responsabilidade daqueles que estão equipados com esse conhecimento concretizar a intenção de trabalhar para o benefício deles.

[…] É apenas através de você mostrando aos seres sencientes o caminho certo que leva à onisciência -- e os seres vivos eliminando a ignorância neles mesmos, por parte deles -- que eles poderão ganhar felicidade duradoura. Embora você seja capaz de trabalhar pelos outros seres sencientes para levar felicidade temporária, realizar o objetivo último deles só é possível quando esses seres tomam a responsabilidade de eliminar a ignorância neles mesmos.
O mesmo vale para você: se você deseja alcançar liberação, é sua responsabilidade tomar a iniciativa de eliminar a ignorância em você mesmo.

[…] Você pode pensar: já que realizar os desejos dos outros seres sencientes e concretizar seu bem-estar basicamente depende deles mesmos tomarem a iniciativa, então que necessidade há de você trabalhar para alcançar a iluminação? Afinal, há muitos budas que serão capazes de ajudar os seres sencientes imediatamente, basta eles tomarem a iniciativa.

Contudo, o benefício de guias espirituais ou professores específicos depende de o receptor ter ligação cármica com eles. Assim, alguns professores espirituais podem ser mais efetivos e benéficos para apenas um certo número de discípulos, e não para outros seres.
Para entender isso, ler os sutras ajuda, como "A Perfeição da Sabedoria em 8.000 linhas", em que os budas e bodisatvas, vendo que certo praticante tem uma forte ligação cármica com outro mestre espiritual, aconselham-no a procurar esse professor. Haverá seres sencientes que podem ver um buda diretamente, mas que não se beneficiariam tanto disso quanto uma interação com você, por eles terem uma ligação cármica mais profunda com você.

[…] Embora sua realização do estado onisciente possa não ser benéfica para todos os seres vivos, certamente trará muito benefício prático para alguns seres vivos. Assim, é muito importante você trabalhar para sua própria realização do estado iluminado completo. Já que haverá seres vivos que dependerão muito da sua instrução no caminho espiritual, é importante que você tome para si a responsabilidade de trabalhar pelo benefício dos outros.
Pensando nesses termos, você será capaz de desenvolver uma forte fé de que sem alcançar o estado onisciente você não será capaz de realizar o que se dispôs a fazer e realmente beneficiar os outros.

"The Path to Bliss"
(Dalai Lama Quote of The Week - Snow Lion, 31/10/09)

terça-feira, 3 de novembro de 2009

Mundos Subterrâneo dos JINAS !





Mundos Subterrâneos

Imagem


A evidência dos Mundos Subterrâneos


como Prova Real de nós mesmos



Paulo Andrade



Vivemos tempos em que a proliferação de obras sobre temáticas esotéricas tornou-se moda. Isso tem no seu aspecto positivo o despertar de muitas das consciências adormecidas para o "Verdadeiro Caminho da Iniciação", mas também tem muito de negativo por fomentar as mais diversas formas de psiquismo, com todas as suas nefastas influências.



A temática dos Mundos Subterrâneos ou Intraterrenos não tem sido (felizmente) dos temas mais populares pelos "escritores de hipermercado" que proliferam hoje em dia, pois a esses interessa-lhes mais o lucro fácil a qualquer preço, e este assunto não é dos mais vendáveis. E também porque não é fácil ter conhecimento directo ou indirecto sobre tão nobre tema, pois as "portas" estão abertas para poucos...



No entanto ao longo da História pôde-se registar uma plêiade de personalidades de excelsa sapiência (essas sim, conseguiram "ter as portas abertas"...) que, de forma mais ou menos velada, explanaram este assunto de modo a possibilitar que "quem tivesse olhos para ver, ouvidos para ouvir e coração para sentir", pudesse abrir as portas dos Mundos Internos tanto do próprio como da própria Terra, pois "o que está em baixo é como o que está em cima, e o que está em cima é como o que está em baixo".



Temos assim de forma mais romanceada ou filosófica:



Francis Bacon, que na Nova Atlântida fala-nos da Ilha Branca, Morada dos Bem-Aventurados, que não se alcança senão pelo mar ou pelo ar, simbolizando a existência dum Centro Espiritual Primordial.



Thomas Moore, que na Utopia faz menção a uma região desconhecida que denomina Utopia altamente organizada e liderada pelo Rei Utopos onde as instituições e as leis eram sábias e justas, diferentes das existentes na face da Terra.



Tommaso Campanella, que na Cidade do Sol aborda temas muito semelhantes aos referidos na Utopia, falando de uma cidade desconhecida existente no alto dum cume onde existe uma sociedade altamente desenvolvida alicerçada na harmonia e na ordem.



Júlio Verne, que em Viagem ao centro da Terra fala-nos duma aventura em que proliferam animais pré-históricos, criaturas desconhecidas, natureza exuberante e uma rede de túneis no centro da Terra com entrada através de um vulcão.



Bulwer Lytton, que em A Raça futura fala-nos dum romance entre um homem da superfície com uma entidade feminina dos mundos subterrâneos que lhe mostra como está organizada a sociedade em que vive e a sua extrema evolução a nível tecnológico e espiritual.



James Hilton, que em Horizonte Perdido fala-nos de uma região inóspita nos Himalaias que denomina Shangri-La onde impera a harmonia e evolução interior e exterior, e em que seus habitantes descobriram o "elixir da longa vida", podendo ler-se no seu livro que «perder Shangri-La uma vez é procurá-la toda a vida»...



Duma forma mais esotérica e directa, temos:



Helena P. Blavatsky, que nas suas inúmeras obras mas mais concretamente em Ísis Sem Véu e A Doutrina Secreta, fala-nos dum Colégio de Sábios que denomina como Fraternidade Branca responsável pelo Governo Oculto do Mundo, assim como de vários túneis que proliferam no interior da Terra ligando locais tão díspares como os Andes, na América do Sul, aos Himalaias, onde na vizinha Mongólia, no Deserto de Gobi identifica a existência de Shamballah.



Saint-Yves d´Alveydre, onde essencialmente na sua obra Missão da Índia (na Europa) fala-nos minuciosamente de Agharta em todos os seus aspectos tanto hierárquicos, filosóficos e sociológicos, como políticos e tecnológicos.



Ferdinand Ossendowski, que em Animais, Homens e Deuses fala-nos das suas viagens pelo Oriente e dos relatos que referem lendas de tempos ancestrais relacionadas com os Mundos Subterrâneos e o enigma do Rei do Mundo e das suas profecias.



Alice Bailey, através da qual Djwal Khul Mavalankar, o Mestre Tibetano, fala-nos de Shamballah como Lugar Sagrado e Sol Central do Planeta donde irradia a Luz que ilumina as consciências e encaminha a evolução dos habitantes da Terra, além de outras inúmeras referências.



René Guénon, que em O Rei do Mundo fala-nos das inúmeras tradições em todo o planeta que descrevem a existência de Agharta e de Shamballah, assim como das cavernas e túneis subterrâneos que se perdem nas profundezas da Terra.



Mário Roso de Luna, que em O Livro que Mata a Morte ou O Livro dos Jinas, e em De Gentes do Outro Mundo, desenvolve de maneira riquíssima a tradição dos Mundos Subterrâneos a que chama Mundo dos Jinas.




E finalmente – os últimos são os primeiros – Henrique José de Souza (JHS), aquele que para nós desenvolveu de forma mais sublime esta temática, não deixando de falar claramente sobre os Mundos Internos. No seu livro O Verdadeiro Caminho da Iniciação, fala-nos que o País para onde Noé se dirigiu, segundo a Tradição, era um local subterrâneo, cujo nome até mesmo se parecia com o de "Barca", ou seja, Agharta. «Como se vê, "arca" ou "barca" teve um sentido muito mais profundo que a Lei ainda não permitiu desvendar totalmente».



Falando sobre esta região transcendente de Agharta, reforça a tônica dada por outros insignes Adeptos da Boa Lei:



«Este País de Agharta é por muitos denominado Shamballah e as escrituras o descrevem como uma Ilha imperecível que nenhum cataclismo pode destruir.



«Agharta, Arca ou Barca é o lugar para onde o Manu Noé conduziu seu Povo ou Família, e os casais de animais a que se refere a Bíblia, esta porém com a interpretação errônea de que o termo "família" fosse apenas dos seus parentes.




«Agharta é o Celeiro das Civilizações passadas.»


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Em suma, estes são alguns nomes a que poderemos juntar outros, como Raymond Bernard, Nicholas Roerich e Alexandra David-Neel, que melhor até hoje deram o seu contributo em prol da divulgação dos Mundos Subterrâneos.



Devemos então indagar: será que todos tiveram uma imaginação fértil, ou realmente há algo mais do que aquilo que usualmente conhecemos da Terra e dos seus habitantes?



Pensamos que sim, pois, como se costuma dizer, "não há fumo sem fogo". Senão vejamos:



Ao nível científico, devemos perguntar: se tendo a superfície da Terra cerca de 508 milhões de quilômetros quadrados, e se esta correspondesse ao que é unanimemente aceite, como poderá pesar apenas seis sextilhiões de toneladas? Segundo cálculos perfeitamente comprováveis, o seu peso teria que ser muito maior! Mas não ficamos só por aqui. À luz da Ciência, voltamos a perguntar: o que origina as auroras boreais? Como se formam os icebergues, uma vez que são constituídos de água doce? O que produz as marés do Ártico, assim como a existência de rochas e areias? Para onde vão as raposas, lebres e ursos durante o Inverno glaciar, que são observados ao Norte da Gronelândia? Porque o vento norte no Ártico fica mais quente quando se navega para o Norte, para além dos 70 graus de latitude? Porque se encontram sementes tropicais, plantas e árvores congeladas dentro das águas doces dos icebergues? Porque os pássaros tropicais e outros animais emigram mais para o Norte no Inverno, onde a sobrevivência raia o impossível por não existir alimento possível?



Pensamos que só à luz da Teurgia portadora da Sabedoria Iniciática das Idades tais perguntas, que a Ciência ainda não pôde ou não quis responder, poderão ser respondidas, admitindo a tese da Terra Oca com orifícios nos Pólos, tese esta que faz parte dum conhecimento ministrado no silêncio ou reserva dos Santuários secretos. Sendo assim, facilmente conclui-se que a Terra constituiu originalmente uma bola de matéria incandescente sendo que uma parte dessa matéria ficou em suspensão no centro, mais tarde dando origem a um Sol interior, enquanto a força centrífuga, criada pela rotação sobre o seu eixo, empurrou os materiais sólidos para a periferia formando a crosta compacta. A concavidade interior comunica-se com o exterior através das embocaduras polares, sendo aquecida e iluminada pelo Sol central do planeta, justificando assim as auroras boreais geradas pelo «choque» do mesmo Sol interior com os Pólos magnéticos exteriores. Nessa concavidade interior situa-se, encaminhando-se paulatinamente para o centro, o Mundo de Badagas, seguindo-se o Mundo de Duat e, finalmente, o Mundo de Agharta, com um com sete Cidades principais (3 Mundos x 7 Cidades cada = 21), sendo a 22.ª Shamballah (o Sol Central). Curioso no Tarot existirem 22 Arcanos Maiores!... Este é um assunto que explanaremos mais à frente neste estudo. Não custa então admitir que no interior do planeta resida uma civilização extremamente avançada, assim como a existência duma flora e fauna muito próprias que justificam as migrações de animais e aves referidas anteriormente. Uma prova da tecnologia avançadíssima dos povos intraterrenos é a existência dos Ovnis, ou os que na tradição oriental são designados por Vimanas. Muitos investigadores acham que provêm de outros planetas, mas à luz do aqui exposto isso parece-nos errado, pois a probabilidade de seres com aparência antropomórfica de "cabelos louros" provirem de outros planetas é ínfima, sendo muito mais fácil admitir a sua origem no nosso planeta.



Vamos ainda referir a existência de lendas e tradições em todos os povos e culturas diferentes que apresentam pontos comuns, apesar da enorme distância que os separa, como a referência a um lugar misterioso, morada dos Deuses, situado numa ilha ou montanha, ou a memória de um local donde provieram os seus antepassados, que mantém-se oculto, onde permanecem ainda esses Seres espirituais dotados de poderes sobre-humanos. Também é referido que quando as nações da Terra necessitassem o conhecimento desses Seres ou Guias adviria para a sua utilização, além de que a sua localização é referida em locais no interior de montanhas, grutas, torres ou castelos. Respigando alguns desses "mitos" podemos referir na Grécia o Monte Olimpo, na Índia o Monte Meru, na Palestina Canaã, no Tibete Shamballah, em Portugal a Ilha de São Brandão, na América do Sul o Paititi e o Eldorado, na Escandinávia Asgard, na Bretanha Avalon, a "Ilha das Maçãs" ou "Pomos d´Ouro" para onde partiu o Rei Artur, onde a morte não existe, além de inúmeras outras referências. De certa forma estabeleceu-se no inconsciente colectivo da Humanidade a existência de um Paraíso perdido para nós, Terra da Felicidade e da eterna Luz onde o sofrimento e a velhice não são conhecidos. Como podemos observar as referências são universais, o que leva-nos a concluir que é real a existência desse "Centro da Terra", Paraíso ou Sol Interior que é na verdade Shamballah, a "Mansão dos Deuses", Morada do Rei do Mundo que controla e dirige toda a evolução da vida quer no interior como no exterior da Terra, sendo também aí que se encontram as Hierarquias Criadoras, os Arquétipos da Humanidade. Sendo que nesses Mundos a evolução está muito mais avançada que no nosso, estão os seus habitantes organizados socialmente de um modo sinárquico e sendo o Rei do Mundo o cume da pirâmide hierárquica. A Sinarquia impede a existência de votações, ou partidos políticos ou religiosos, porque tal não é necessário, visto haver uma regulação pela lei trina das funções da Natureza e pelo primado orgânico da hierarquização natural. Tudo e todos em justiça e honestidade ocupam os seus lugares em ordem ao equilíbrio espiritual, individual e colectivo, ou seja social e planetário, logo numa abrangência universal, por isso AGHARTA É O MUNDO DOS JUSTOS E PERFEITOS, O REINO DAS ALMAS SUPERADAS.



É interessante que uma das chaves dos alquimistas na elaboração da Grande Obra, era a obtenção do elemento VITRIOL, Visita Interiora Terrae Rectificando Invenies Occultum Lapidem – "Visita o Interior da Terra , rectificando encontrarás a Pedra Oculta". Não existe uma analogia evidente com aquilo que temos referido? Realmente existe, por haver uma similitude de relações entre o microcosmos e o macrocosmos, o que se confirma quando alguém pretende realizar uma prática espiritual recolhendo-se em meditação no seu Sanctum-Sanctorum, no imo do seu próprio Ser que é a parte mais lura de cada um, logo, o melhor do nosso Ser está no interior! Então, analogamente o melhor do planeta (que é o corpo de manifestação de um Ser extremamente mais evoluído) está no seu interior, podendo assim relacionar-se os estados de consciência alcançáveis na prática da meditação com os estados de consciência existentes nos "Mundos Subterrâneos", consoante a sua maior interiorização. Assim, temos: Plano Físico – Face da Terra; Plano Vital – Badagas; Plano Emocional – Duat; Plano Mental – Agharta; e a Tríade Superior ou Mônada – Shamballah. Tal como possuímos sete "centros energéticos" ou chakras principais e um oitavo gerador oculto de todos, assim também pela Lei da Analogia existem 7 centros mais 1 principais no planeta.



Podemos então referir que no Período Atlante quando se deu o Julgamento Planetário, a Humanidade mais avançada que sobreviveu ao cataclismo universal, a Sedote, recolheu-se no interior do planeta, onde prosseguiu a sua evolução, tendo a restante, Jiva, permanecido na superfície, dando origem aos homens actuais (os tais que a Ciência oficial fala como existentes na Pré-História).



Os Grandes Iniciados da Atlântida seleccionaram os seres humanos mais avançados espiritualmente na altura, e os conduziram para o interior da Terra através de uma abertura polar no hemisfério Norte, então muitíssimo mais acessível. Numa primeira fase, ao interiorizarem-se estabeleceram-se no Mundo de Badagas, que se encontra a cerca de 60- 90 km de profundidade. Este Mundo já de elevada espiritualidade, civilização e cultura caracteriza-se pela tônica do desenvolvimento tecnológico, do qual como referência podemos voltar a referir os Ovnis. É neste Mundo que estão estabelecidas as Fraternidades Jinas, bem físicas, dos Adeptos Independentes que no seio da Humanidade em evolução na face da Terra se distinguiram dela e passaram a ser os seus Paradigmas de Eleição. A este Mundo são recolhidos fisicamente todos aqueles que terminaram a sua missão antes da morte natural, ou excepcionalmente aqueles que tenham uma não menos excepcional missão na face da Terra relacionada com os Mundos Aghartinos. Para este Mundo são encaminhados, após a morte física, os discípulos que em vida terrena não se conscientizaram plenamente das suas missões ligadas à Obra Divina. Aí recapitulam toda a sua actividade física passada antes de serem transferidos para o Duat, onde irão recapitular o que deverão fazer na próxima vida terrena, ficando aí a aguardar o momento da próxima reencarnação. É também para Badagas que são resgatados os corpos físicos densos dos Grandes Adeptos e Iniciados, para servirem em trabalhos específicos secretos só conhecidos dos Mestres Ocultos, explicando assim a razão porque ninguém sabe até hoje onde estão os despojos físicos dos Grandes Mestres da Humanidade (Jesus, Apolônio de Tiana, São Germano, Cagliostro, etc., etc.). Badagas exterioriza então o Duplo Etérico da Terra, tendo um ciclo semelhante ao da face da Terra, metade dia, metade noite.



Daí tem-se acesso ao Mundo de Duat onde se encontram Seres ainda mais evoluí- dos, os quais têm uma fisiologia semelhante à do Homem da superfície, sendo que o que mais impressiona são as bibliotecas e museus onde se encontram todas as produções literárias e artísticas significativas criadas pelo Homem. É assim como uma Memória Viva da Terra. Funciona como o Plano Astro-Mental do Globo encontrando-se aí os "duplos" psicomentais de todos os Adeptos e Iniciados, sendo que muitas dessas Almas Viventes aguardam o momento de voltarem a manifestar-se sobre a Terra, isto se a Lei as obrigar a tanto, pois em contrário, após esse período de transição e assimilação, descerão para Agharta. É no Duat que se encontram os Senhores Lipikas (Escribas), Manu – Yama – Karuna – Astaroth, mais um Quinto em "Projecção", o Ardha-Narisha, que registam todos os actos, palavras, emoções e pensamentos da Humanidade no "Livro do Kamapa". Eles são os chamados Senhores do Karma (Planetário). O Mundo de Duat possui um ciclo de actividade de dois terços de dia e um terço de noite.



Mais interiorizado ainda encontra-se o Reino de Agharta, relacionado com o Plano Mental e Espiritual da Terra, com as suas sete cidades, podendo se as relacionar com os chakras, sendo governadas pelos benditos Reis de Édon ou do Éden, sendo que aí reina a Sinarquia Universal e a Paz estabelecida. Agharta é o "Celeiro das Civilizações humanas", pois que nela estão guardadas as sementes monádicas que irão compor as Raças, de Ciclo em Ciclo. Cada cidade aghartina representa e corresponde a um continente, globo, etc., preservando ainda o padrão ou estado de consciência de cada uma das Raças. Agharta possui um ciclo diurno permanentemente, pois não existe noite, sendo que os Seres que aí habitam não necessitam de descanso porque superaram há muito o conceito vulgar de espaço e tempo, por terem conquistado a metástase permanente com o Eterno Logos.



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Como um oitavo chakra, a oitava cidade de Agharta e sua capital é Shamballah, a "Mansão dos Deuses", governada pelo Rei do Mundo, o Soberano Supremo, o Eterno Jovem das Dezasseis Primaveras. Esse é o Mundo do silêncio móvel, onde só aquele que tem assento no conselho do Rei dos Reis, pode morar. Daí dizer-se que é a Morada dos Deuses, a Cidade dos Imortais. Em Shamballah, expressando à própria Mônada Divina, existe sempre sombra ou treva, isto porque contém toda a luz ao ponto de a tornar ausente (Agharta é o diafragma reflector das 7 luzes provenientes da única do Sol Negro), e por ser o Núcleo Central da Terra, tem a designação de "Laboratório do Espírito Santo".



De uma forma análoga, pode dizer-se que o Homem vive num Mundo tridimensional, mas no entanto existem outras dimensões, as 4.ª, 5.ª, 6.ª e 7.ª que constituem os "Mundos Superiores". Assim sendo, a 4.ª dimensão corresponde ao Plano Astral ou Emocional, a 5.ª ao Plano Mental, a 6.ª ao Plano Intuicional e a 7.ª ao Plano Espiritual e que está ligada a uma 8.ª, que podemos caracterizar como a Unidade Perfeita ou o "Espaço Sem Limites".



Pois cada cidade de Agharta corresponde a cada um dos chakras da Terra que constituem o bojo ou essência última dos Sistemas Geográficos em evolução sobre a Terra (sendo 7 localizados no Peru, México, América do Norte, Austrália, Portugal, Egipto e Índia, mais 1 no Brasil que corresponde a Shamballah, sendo os lugares onde estão considerados verdadeiras "Terras Santas" e "Santas Cidades").



Assim e na mesma sequência, as cidades de Duat têm a ver com os plexos da Terra e os locais referidos na superfície com as glândulas do mesmo Globo, antes, do Logos Planetário reflectindo nos respectivos do Homem, este o microcosmo Daquele, o Macrocosmo. Explicando melhor, no Homem temos as glândulas no corpo físico que comunicam com os chakras no duplo etérico, que também comunicam com os seus correspondentes no corpo astral e estes com os análogos no corpo mental. Analogamente concluímos que pelos Sistemas Geográficos fluem as energias espirituais do Centro da Terra para a Face da mesma, fluindo e impregnando a Humanidade e fixando a espiritualidade sobre a Terra.



O homem comum só percebe o mundo através das 3 dimensões da matéria (comprimento, largura, altura); para perceber a 4.ª dimensão necessita utilizar a disciplina dos sentidos, a concentração, para chegar à abstracção dos mesmos. A questão que se põe é que nos Mundos Subterrâneos, mesmo que na sua camada mais próxima da superfície abarquem as 3 dimensões conhecidas, não deixam de encontrar-se em dimensão diferente da 3.ª, e é por isso que cada um de nós não os consegue perceber ou acedê-los. Razão porque faz-se necessária a "Verdadeira Iniciação", o tornar-se Real ou Verdadeiramente Iniciado, acedendo assim ao nosso Verdadeiro Ser em todos os seus Planos de Evolução, tornando-nos Seres conscientes de nós mesmos tanto interiormente como exteriormente, possibilitando assim que as "portas" dos Mundos Subterrâneos se abram de forma a podermos retornar ao "Paraíso" outrora perdido...





BIBLIOGRAFIA




Monografias da Comunidade Teúrgica Portuguesa.


Henrique José de Souza, O Verdadeiro Caminho da Iniciação.


Raymond Bernard, A Terra Oca.


Helena P. Blavatsky, Ísis Sem Véu e A Doutrina Secreta.


Alice Bailey, Iniciação Humana e Solar e Um Tratado sobre Magia Branca.


Ferdinand Ossendowsky, Animais, Homens e Deuses.


René Guénon, O Rei do Mundo.


Saint Yves d´Alveydre, Missão da Índia na Europa.


Francis Bacon, A Nova Atlântida.


Thomas Moore, A Utopia.


Tommaso Campanella, A Cidade do Sol.


Júlio Verne, Viagem ao centro da Terra.


Bulwer Lytton, A Raça futura.


James Hilton, Horizonte perdido.




http://lusophia.portugalis.com/forum/forum_posts.asp?TID=84&PN=1




quinta-feira, 1 de outubro de 2009

EVENTO CLAUDIO MIRANDA - ISCA - Instituto Samambaia de Ciência Ambiental.

O Centro de Desenvolvimento Humano do Instituto Samambaia

Convida à participação nos Cursos Livres O Homem e as Religiões e
Faces Ocultas de Jesus.

Palestra Inaugural: Dia 01/10/2009 Às 19 horas – Entrada Franca.


Primeiro Módulo – Início dia 08/10/2009 das 18:15h às 19:45h.

O Homem e as Religiões
Um Estudo Comparado das Religiões e Tradições Milenares

Este módulo oferece uma visão sintética, universalista e não-sectária
das principais religiões da humanidade, apresentando os seguintes
tópicos:

O Fenômeno Religioso, Religiões Indígenas, Paganismo, Religiões da
Índia, Religiões da China e Japão, Judaísmo e Cristianismo, Islamismo
e O Futuro das Religiões.


Segundo Módulo – Início dia 08/10/2009 das 20:00h às 21:30h.

Faces Ocultas de Jesus
Uma abordagem de aspectos inusitados e pouco conhecidos que retratam a
Magnitude deste Ser Sublime e Multidimensional que é Jesus.

Teremos a oportunidade de contemplar Jesus em suas diversas
manifestações como, por exemplo, O Amante da Natureza, O Mestre Zen, O
Alquimista, O Rebelde, O Sacerdote, O Mestre Tantrico, O Mestre Sufi,
O Filho do Homem e Filho de Deus.


Data: Os cursos terão início em 08 de Outubro de 2009, sendo cada
módulo dividido em 8 aulas com duração de 1h30min por semana.

Investimento: Cada módulo de 8 aulas será compartilhado ao valor de R$
140.00 à vista ou em 02 parcelas de R$ 80.00. Convide um amigo e ganhe
um desconto especial!

Facilitador: Prof. Cláudio Miranda – Mestre em Filosofia (PUC/RJ).
Pesquisador das Religiões Comparadas há 30 anos, Xamanismo e Terapias
Holísticas; Membro do Movimento Inter-religioso do Rio de Janeiro
(MIR/RJ).

Informações e Inscrições: (24) 2242-3478 / (24) 8138-1500. Rodrigo
Correa – info@isca.org.br

Local: Estrada da Samambaia, 138 – Samambaia / Petrópolis – RJ.

--
Rodrigo Correa - Terapeuta Holístico

Tel: (24) 2291-1175 / (24) 8812-2625/ (24) 9226-0286 /.
msn: dakini134@hotmail.com
gmail: rcsterapias@gmail.com
http://joiadaestabilidade.blogspot.com

domingo, 26 de julho de 2009

LEI DA CRIAÇÃO DO PROGRAMA DE TERAPIA NATURAL NO ESTADO DO RIO DE JANEIRO

*LEI Nº 5471, DE 10 DE JUNHO DE 2009.
*
ESTABELECE NO ÂMBITO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO A CRIAÇÃO DO PROGRAMA
DE
TERAPIA NATURAL.

O GOVERNADOR DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO
Faço saber que a Assembléia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro
decreta
e eu sanciono a seguinte Lei:


Art. 1º Fica criado o Programa de Terapia Natural para o atendimento da
população do Estado do Rio de Janeiro, com vistas ao seu bem estar e a
melhoria da qualidade de vida.

Artigo 2º Constituem objetivos do Programa de Terapia Natural:

I ? a promoção da saúde e a prevenção de doenças através de práticas que
utilizam basicamente recursos naturais.

II ? a implantação de Terapia Natural junto às unidades de saúde e
hospitais
públicos do Estado, dentre as suas diversas modalidades, tais como:
Massoterapia, Fitoterapia, Terapia Floral, Acupuntura, Hidroterapia,
Cromoterapia, Aromaterapia, Oligoterapia, Geoterapia, Quiropraxia,
Iridologia, Hipnose, Trofoterapia, Naturologia, Ortomolecular, Ginástica
Terapêutica e Terapias da Respiração.

III ? o estímulo à utilização de técnicas de avaliação energética das
terapias naturais;

IV ? a divulgação dos benefícios decorrentes das terapias naturais.

Art. 3º As modalidades terapêuticas adotadas através do Programa de
Terapia
Natural deverão ser desenvolvidas por profissionais devidamente
habilitados
e inscritos nos respectivos órgãos de classe municipal, estadual ou
federal.

Art. 4º Para o disposto nesta lei, o Poder Executivo poderá celebrar
convênios com órgãos federais e municipais, bem como com entidades
representativas de terapeutas naturistas.

Art. 5º Esta lei entra em vigor na data de sua publicação, revogadas
suas
disposições em contrário.

Rio de Janeiro, em 10 de junho de 2009

*SÉRGIO CABRAL
Governador
*


quarta-feira, 10 de junho de 2009

REDE FITOVIDA

Pesquisa revela rico universo de mulheres herbalistas da Baixada
Vilma Homero
Arquivo Pessoal

Câmera na mão, Mariana Leal dá voz às senhoras herbalistas da paróquia de Belford Roxo em seu vídeo
As quintas-feiras são movimentadas na Igreja Nossa Senhora de Fátima, no bairro Santa Maria, em Belford Roxo, Região Metropolitana do Rio. Na cozinha instalada nos fundos da paróquia, a procura por remédios fitoterápicos não pára. Moradores da comunidade procuram medicamentos para tratar os mais diversos problemas de saúde e são atendidos pelas integrantes do grupo Grão de Mostarda, mulheres acima dos quarenta anos cujo conhecimento sobre o uso de plantas medicinais as transformou em referência no bairro. Elas também são objeto da pesquisa Mulheres da Rede Fitovida: ervas medicinais, envelhecimento e associativismo e do vídeo etnográfico Curandeira é a vovozinha, que a antropóloga e jornalista Mariana Leal, do programa de pós-graduação em Ciências Sociais da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), desenvolveu com apoio do programa Bolsista Nota 10, da FAPERJ. Em sua maioria, são mulheres acima dos 60 anos, que deixaram de ficar restritas ao espaço doméstico – onde muitas vezes não mais tinham função por já haver passado da fase reprodutiva e não precisar mais cuidar dos filhos –, passando a ser consideradas como as detentoras de um saber. São elas que identificam as plantas e conhecem a indicação de uso de cada uma delas", explica Mariana. A pesquisa procurou analisar os aspectos culturais, práticas curativas e transmissão de conhecimentosde um dos diversos grupos que fazem parte da Rede Fitovida. Através da metodologia antropológica e do registro audiovisual, o vídeo e a pesquisa mostram quem são essas mulheres, o que fazem e por que fazem.
O grupo escolhido foi o Grão de Mostarda. Assim como as senhoras que o integram, existem muitas outras mulheres de idade, de camadas populares, que se reúnem em cozinhas comunitárias, em localidades de baixa renda. Elas fazem parte dos 108 grupos que integram a Rede Fitovida, criada em 2000 para transmitir conhecimento e buscar soluções conjuntas para superar as dificuldades que todas enfrentam. Suas principais características são o trabalho voluntário e a venda de preparações medicamentosas a preço de custo. Mas além de cuidarem de familiares e vizinhos com seus fitoterápicos, elas também reivindicam que o saber que detêm seja valorizado e reconhecido como parte do patrimônio cultural imaterial. "Esse conhecimento é passível de se perder, de ser cada vez mais estigmatizado como ignorância, ou superstição, numa esfera em que só a medicina pode ser detentora do saber", fala a pesquisadora.
Para isso, as vovós andam se empenhando em inventariar seu conhecimento. Nesse sentido, a rede conta com apoio do Ministério da Cultura, através do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), e da Petrobras, que está financiando o inventário dessa tradição popular. "Elas também estão contribuindo com técnicos dos ministérios de Meio Ambiente e da Saúde, num trabalho ligado ao patrimônio genético vegetal e para o registro nacional de fitoterápicos e plantas medicinais", esclarece Mariana. Para a pesquisadora, a escolha do tema seguiu uma tendência natural. "A vida toda sempre me interessei pelas opções alternativas, o que faz parte de minha postura com relação à saúde. Quando conheci o grupo, um movimento reivindicatório de mulheres de meia-idade, achei inusitado, no mínimo curioso", explica. "Também busquei analisar as motivações individuais dessas mulheres e percebi que ao participarem dos grupos e dos encontros da Rede Fitovida – em que há troca de conhecimento e de experiências – elas transformam sua própria percepção enquanto sujeitos em processo de envelhecimento, resignificando alguns estigmas negativos da velhice", diz.
Arquivo pessoal

Cultivadas na horta comum, as ervas são transformadas em garrafadas e remédios
Mariana fala que, a princípio, as vovós dos vários grupos tinham trabalhos isolados, sem ter clara a importância do que faziam, nem os caminhos que poderiam trilhar. "Elas viam sua atividade apenas como produção de fitoterápicos. Mas sem se encaixar nas normas da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), podiam ser consideradas curandeiras e sujeitas às penalidades da lei", conta. Ao mesmo tempo, essas mulheres começaram a perceber no dia-a-dia o quanto seu trabalho era importante para os as pessoas que as procuravam, em sua maioria gente para quem grande parte dos remédios de farmácia tem preço proibitivo. Mais do que apenas indicar fitoterápicos, elas costumam orientar aqueles que as procuram com noções básicas de saúde, higiene e alimentação. "Uma das primeiras perguntas das vovós do Grão de Mostarda fazem, por exemplo, é se o paciente já procurou um médico. Caso não tenha procurado, elas orientam a fazer uma consulta no posto de saúde que funciona em frente à sede do grupo. Três das integrantes do grupo, por sinal, são agentes de saúde", fala Mariana. Mas, principalmente, as senhoras ouvem as pessoas, que, muitas vezes, mais do que do medicamento, precisam de um atendimento humanizado.
"Dada a fragilidade da estrutura social, as vovós cumprem um papel de transmissão de informações preventivas de saúde, o que é fundamental nas comunidades em que vivem", fala Mariana. Para cada uma dessas mulheres, a grande motivação é a sociabilidade. "Elas renovaram seu status, em vez de "velhas" passaram a ser vistas como detentoras de um saber. Com isso, elas fogem da solidão, ganham um novo papel na comunidade e consolidam uma nova identidade positiva", conta.
No caso das dez mulheres do Grão de Mostarda, várias já se envolviam com atividades ligadas à comunidade, fosse o círculo bíblico, o clube de mães ou a associação de moradores local. Elas também contaram com o apoio importante do agrônomo Márcio Matos, que faz trabalhos de agricultura urbana; da homeopata Suzana Nogueira, voluntária em comunidade de São Gonçalo; de Sonia Regina, que estava envolvida em trabalho na paróquia de Queimados; e de Beth Martins, uma das coordenadoras do grupo. "Essas líderes tiveram um papel importante na criação da rede", diz.
Arquivo pessoal

As mulheres da Rede Fitovida querem ver o saber popular reconhecido como patrimônio imaterial A estrutura que o grupo conseguiu manter impressionou a pesquisadora: na cozinha comunitária, elas usam luvas e toucas, balança de precisão, potes estéreis para acondicionar as tinturas fora do alcance da luz e receitas sistematizadas. As plantas, que saem da horta cuidada pelas mais velhas do grupo, são colocadas em infusão para delas se extrair a tintura. Essa tintura é que servirá de base para todas as formas de medicamento que se quiser preparar: xaropes, pomadas, cremes, ou a própria tintura. "As mulheres do Grão de Mostarda têm noção dos limites do tratamento. Orientam para os cuidados que se deve ter com certas plantas consideradas tóxicas, como a arnica e o confrei. Alergia, por exemplo, elas sabem que não têm como ser tratadas com plantas", diz.
Mariana também observa que as mulheres do grupo mostram sua crença na medicina alternativa, sem qualquer discurso religioso. "Não tem aquela história de rezas, espinhela caída ou ventre virado. Na troca de experiência com outros grupos, elas agora estão aprendendo bioenergética e sobre o uso terapêutico da argila", anima-se a pesquisadora.
Tamanha riqueza de experiências foi registrada pela câmera de Mariana, que seguiu as pegadas do antropólogo Jean Rouch, um dos fundadores da moderna antropologia visual. Para Rouch, os grupos não são apenas objeto de estudo, mas sujeitos com voz nesse processo. No vídeo, uma das mulheres chega a afirmar, entusiasmada: "Agora, com a atual onda de naturalismo, as pessoas têm valorizado mais estes recursos alternativos."
"Usar o audiovisual na pesquisa antropológica permite compartilhar com o espectador uma riqueza de detalhes, o que nenhum texto seria capaz de dar conta. Esse tipo de produto final faz com que o conhecimento produzido possa superar os muros da academia e circular mais facilmente pela sociedade", afirma Mariana. No caso da pesquisa, o grupo também tem cópias do filme para promover as exibições que quiser. Curandeira é a vovozinha foi inscrito na 12ª Mostra Internacional do Filme Etnográfico, que acontece no Rio de Janeiro, em novembro. No que depender do entusiasmo das mulheres da rede, certamente será selecionado.

© FAPERJ – Todas as matérias poderão ser reproduzidas, desde que citada a fonte.

segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

Homeopatia e Força Vital - Superando as Resistências e Vivendo a Simplicidade dos Fatos.

Pesquisa Sobre o Campo de Energia Universal e Suas Manifestações

Ao longo da história do mundo, pesquisadores e adeptos de todas as práticas religiosas narram experiências sutis que reportam a existência de um campo de energia que permeia toda matéria animada ou inanimada. Afirmam que esta energia pode ser vista por seres mais sensíveis ou treinados ou até mesmo por pessoas comuns. Já sentiu aquele “arrepio dos pés a cabeça?” Isso é apenas um movimento acelerado ou descarga de energia ao longo do corpo, que ocorre simultaneamente através de nosso sistema neurotransmissor como também no campo de energia mais próximo da pele. Na Índia Antiga, a cerca de 5 ou 8.000 anos atrás, já se falava de uma energia universal denominada Prana a qual acreditavam ser o fio invisível que dá origem e sustenta toda a existência. Os yogues praticam a manipulação dessa energia por meio da meditação e técnicas de respiração, o que lhes concede a expansão da consciência e uma longa vida. Na China, 3.000 a.C., a mesma energia foi conhecida como Ch’i e postulavam que esta energia era composta por duas forças complementares, o yin e o yang, como na eletricidade, positivo e negativo. Segundo a Terapia Tradicional Chinesa, do equilíbrio entre yin e yang se obtém saúde e vitalidade, mas quando estes pólos aparecem em falta ou excesso advém a desarmonia que pode comprometer a saúde física e mental do individuo. A Acupuntura, o Shiatsu, a Moxabustão e o Do-in, tem como base a aplicação de procedimentos diversos com o intuito de dissolver bloqueios e harmonizar o fluxo de Ch’i através do corpo humano ou animal. Por volta de 500 a.C. os seguidores de Pitágoras afirmavam que “sua luz” produzia efeitos benéficos sobre o organismo humano. Na Idade Média o médico Paracelsus (1490-1541) chamou essa energia de “Illiaster” e disse que a mesma se compõe de força vital e matéria vital simultaneamente. O matemático John Baptist Van Helmont (1577-1644), seguidor da doutrina de Paracelsus, cita a visão que teve de um fluido universal que impregnava todas as coisas animadas ou inanimadas; consoante a isto Mesmer, seu contemporâneo, vai além dizendo que estas ‘coisas’ podem ser carregadas com esse ‘fluido’ e que corpos materiais podiam exercer influência uns sobre os outros, inclusive à distância. Ainda no séc. XIX surge o termo força “ódica”, nome este dado pelo químico industrial Conde Wilhelm von Reichenbach (1788-1869) após 30 anos de experimentos com o ‘campo por ele descoberto’. Ele verificou que o “od” pode ser conduzido através de um fio ou qualquer outro tipo de material, observando-se que o fenômeno tem mais a ver com a densidade da massa do objeto do que com sua condutibilidade elétrica. Constatou-se que parte deste campo podia ser focalizada como luz ou energia bipolar e que outra parte do ‘od’ podia ser vislumbrada em torno do corpo como a luminescência em torno da chama de uma vela. Essa seria a descrição mais próxima do que hoje chamamos de aura. O fundador da Homeopatia, Dr. Christian Samuel Hahnemann (1795-1871), defendia a tese do “Similia similibus curantur” (o semelhante cura o semelhante). Esta teoria comprovada de modo empírico é compatível com os princípios da polaridade da energia ‘ódica’ exposto por Reichenbach na qual, ao contrário do eletromagnetismo, pólos iguais se atraem e diferentes se repelem. Entre 1863-1924 o Dr. Albert Abraham concluiu o curso de medicina na Heidelberg University e passou a lecionar patologia na Stanford. Após dez anos de pesquisas reconheceu que toda matéria ‘irradia’ e estas irradiações dependem dos componentes moleculares do material em causa, podendo ser detectadas e medidas em comprimento de ondas. Em 1911 outro pesquisador destacou-se no avanço da pesquisa no Campo de Energia Humana, utilizando filtros coloridos e tratados com cobalto e radioisótopos o Dr. William Kilner observou a existência de três camadas de uma névoa brilhante ao redor do corpo com contornos indefinidos. Segundo ele, essa névoa a que chamou “aura” varia de pessoa para pessoa e isso tem relação direta com o sexo, idade, estado de saúde física ou psico-emocional. No início do século XX o psiquiatra Wilhelm Reich deu à energia universal o nome de orgone, passando a estudar a relação entre os distúrbios do fluxo de orgone e disfunções psicológicas. O resultado de suas pesquisas foi a criação de um método terapêutico que unificou a análise freudiana e a manipulação física com o intuito de restabelecer o fluxo de orgone pelo corpo humano clareando assim estados mentais e emocionais negativos. A teoria que defende o sistema terapêutico pela imposição de mãos é a atuação da energia dos biofótons sobre a estrutura molecular da água. Cerca de 90% do corpo humano é composto por matéria líquida, e a água é um composto instável de hidrogênio e oxigênio intercambiável por qualquer forma de energia. A energia fotônica, mobilizada pela IMPOSIÇÃO DE MÃOS, cristais e outras técnicas de emissão, pode transformar a estrutura da ÁGUA modificando o crescimento desordenado das células e acelerando o processo de regeneração do organismo. Cientistas russos, norte-americanos e de vários outros países estão trabalhando na medição e na documentação de tais energias, constatando a sua influência na alteração do meio físico, líquido e sólido.



Homeopatia e Força Vital – Superando as Resistências e Vivendo a Simplicidade dos Fatos.

Em 1999 quando elaborei o texto acima, para minha monografia sobre Terapia Reiki, citei a Homeopatia apenas com conhecimento superficial sobre o assunto. Naquela época o tema nada mais era para mim que um método um pouco mais sofisticado de atuar sobre o campo de energia humana, animal ou vegetal. Não imaginava que viria me apaixonar por algo tão simples e complexo, palpável e imponderável, científico e metafísico quanto esta Racionalidade Médica. Por esta razão, não sendo eu um profundo conhecedor dessas coisas, queiram desculpar-me pela ousadia em adentrar terreno até então percorrido apenas por seres doutos neste saber, de modo que passo a discorrer sobre a Ciência da Homeopatia e sua atuação sobre a Força Vital, tema por mim escolhido para avaliação do primeiro ano da Capacitação em Homeopatia a que tenho me empenhado.


Ao comparar a atuação do princípio “similia similibus curentur” com as polaridades da energia ‘ódica’ de Reichenbach não compreendia ainda o modus operandi do simillimum, olhando erroneamente para “a pedra fundamental da homeopatia” como sendo uma Isoterapia (ísos = igual). Ignorava o fato de que a tal similitude referia-se ao conjunto de sintomas apresentados pelo doente frente aos relatados obtidos a partir de experimentos feitos no homem são (patogenesia) mas já aceitava e defendia a teoria de que tudo no universo irradia e que essas ondas afetam o líquido extra-celular bem como as trocas de informação entre as células e esse meio, de modo a manter a harmonia orgânica (homeostasia) e a saúde.

Olhando de perto esse ‘caldo vivo’ cheio de informações genéticas que compõe os seres, percebi que não era apenas 90% de líquidos, energia fotônica e ressonância com freqüências invisíveis, compreendi então que é de suma importância a visão mecanicista das práticas não homeopáticas, de modo a concebermos que existe um principio imaterial que anima e governa essa matéria viva em todos os seres. Mas enfim, o que é essa tal Força Vital, como ela atua e o que interfere no seu correto funcionamento?

Hahnemann, inspirado pela escola vitalista de [Montpelier e Barthez] ,que possui a visão ternária do ser concebido como corpo, alma e força vital (não confundir com espírito que pertence ao domínio filosófico-religioso), afirma no § 9 do Organonn que a força vital (autocrática) anima dinamicamente, governa com poder ilimitado e conserva todas as partes do organismo em perfeito estado. No parágrafo seguinte, atribui a manutenção da vida à atividade do “princípio vital”, termo este empregado a partir da 4º Edição do Organonn, e diz que esse pincípio anima o organismo tanto no estado de doença quanto na saúde. Disso podemos concluir que o estado de saúde deve-se ao fluir harmonioso desse Princípio Vital e que as chamadas doenças nada são além de expressões visíveis originadas no desequilíbrio desse princípio imaterial e invisível.

Nos últimos 200 anos cientistas e pesquisadores (clínicos e leigos) tentaram explicar como os medicamentos homeopáticos, que são administrados de doses ponderáveis às infinitesimais, atuam produzindo alterações orgânicas significativas no que concerne a doenças de nível funcional e principalmente das lesões de nível grave ou superficial. Recentemente muitas teorias tem se apoiado nas descobertas da Biologia e da Física Quântica, dentre elas destacam-se a descoberta do “Organizador” de Speamann e “Os Cristais de Água” de [M... Emoto] sendo a primeira a mais importante para entender como se forma e funciona o organismo.

Em 1935 o alemão Hans Spemann ganhou o Premio Nobel de Medicina e Fisiologia pela descoberta do “organizador” e da cadeia de indução embrionária subseqüente. Usando um fio de cabelo de bebê laçou um embrião de salamandra ao meio dando um nó sem separa-los totalmente, observou que com o tempo formara-se dois embriões completos um de cada lado do nó. Laçou outro embrião de modo a separar o lábio dorsal do blastóporo (uma espécie de boquinha do embrião em fase de gástrula) de sua face ventral e observou que de um lado do nó desenvolveu-se uma estrutura neural completa e que do outro surgiu apenas uma massa de tecido abdominal disforme. Atribui esse fenômeno a um “princípio organizador” cuja informação responsável pelo pleno desenvolvimento do embrião estava contida nesse pequeno folheto ou lábio dorsal do blastóporo.

Ainda não satisfeito, Spemann extraiu um folheto dorsal de um embrião pigmentado (preto) e implantou na suposta face ventral de um embrião não pigmentado (branco), região donde, via de regra, surgem os tecidos que dão origem aos órgãos abdominais. O resultado foi o desenvolvimento de dois eixos de embrião de girino, sendo que o receptor albino gerou em sua face ventral um outro embrião albino apesar de ter recebido a informação genética de um doador pigmentado comprovando assim a existência de um “principio organizador” que promove o desenvolvimento celular de forma sucessiva e chamou a isto de “Indução Embrionária”.

Posteriormente outros pesquisadores se destacaram nos ensaios com o “Organizador” e descobriram outros tipos de organizadores responsáveis pela formação de cada sitema orgânico segundo as funções a serem desenpenhadas no processo de crescimento dos organismos vivos. Podemos citar Nijhout, Saunder e Hild Mangold que produziram maravilhas e aberrações em seus laboratórios como uma ovelha com ciclopia e aves com polidactilia.

Enfim é preciso citar o Dr. Roberto Costa, em sua 3ª edição Atualizada de Homeopatia Escola Brasileira:

“Esta indução básica, Indução Embrionária, que rege a vida orgânica com o seu substrato anatômico, o Organizador, constitui indubitalvelmente a Bioenergia ou energia vital de Hahnemann, elemento dinâmico-fisiológico com substrato anatômico, como foi dito. Não deve ser confundido com força vital, ou alma, ou espírito que pertencem ao domínio da metafísica e/ou parapsicologia.” (pág. 55).

O modo como as doses infinitesimais atuam sobre essa bioenergia foi demonstrada por Dr. Jacques Benveniste e sua teoria de memória da água, artigo publicado na revista Nature 199 , que demonstrou através de experimentos (com sensores de 44 khz e um gerador de freqüências) que é possível transferir para a água a freqüência vibratória de comprovadamente 30 substâncias. Concluiu-se desta pesquisa que a água possui a propriedade de “memorizar” o padrão vibratório de outras substâncias, reagrupando suas moléculas e carga iônica, o que irá influenciar na troca de informações entre o meio intra e extracelular agindo assim sobre o processo de homeostase orgânica.

Com base nos dados acima, estando eu convencido destas conjecturas, e parafraseando Galileu, devo eu afirmar que: - O Terreno da Homeopatia pode até não ser redondo, mas que Cura... isso sim de fato!E não me resta alternativa tão elevada quanto empenhar a vida a estudar e praticar a Terapêutica Homeopatica!

Boa Saúde à Todos!

Atte;

Rodrigo Correa da Silva
Terapeuta Holístico

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